• Projeto de produção e distribuição de alimentos




    O Sistema desenvolve uma série de atividades produtivas de maneira integrada e sustentável.


    Numa área com 3,3 mil metros quadrados, que será adquirida pelo IDEHSB será implantado o projeto de extensão Sistema Integrado para Produção de Alimentos que desenvolverá uma série de atividades produtivas de maneira integrada e sustentável, envolvendo agricultura orgânica, produção de pães, massas e biscoitos, além da implantação de hortas orgânicas.

    A iniciativa, que propõe soluções que viabilizam o uso de pouca água para a produção de alimentos, foi escolhida para demonstrar que iniciativas neste sentido podem ser viabilizadas com custos reduzidos e em espaços pequenos.

    Neste espaço, ainda, considera-se a ideia de através da implantação de piscicultura, criação de galinhas de postura, frangos de corte, codornas, porquinhos da índia e minhocultura que dividem espaço com canteiros de milho, tomate cereja, abóbora e macaxeira, entre outras culturas, mostrar os benefícios do cultivo integrado para o melhor aproveitamento dos recursos naturais pelo produtor rural. 

    Esta não é uma ideia nova, pois, desenvolvido pelo pesquisador Luiz Carlos Guilherme, da Embrapa Meio Norte, no Piauí, de onde se origina o nome do projeto, o Sisteminha propõe ao agricultor aproveitar pequenas áreas para cultivar e colher o alimento para a família, possibilitando também um incremento na geração da renda familiar com a geração de produtos altamente vendáveis em feiras especiais na região.

    A implantação do projeto deverá ter início em agosto de 2021, sob a coordenação de especialistas neste assunto contratados para o desenvolvimento do projeto que contará com estagiários, estudantes de Zootecnia, Agronomia, e outras áreas. Este sistema se caracteriza pelo cultivo sustentável, preservando o meio ambiente e os recursos naturais, promovendo a qualidade de vida e gerando renda.

    Esse projeto tem a capacidade de impactar positivamente um grande numero de pessoas que vivem em regiões de sequeiro, comunidades quilombolas e assentamentos dos municípios vizinhos.



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